terça-feira, 28 de dezembro de 2010

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

CASA DA VIDA

Há um momento na vida em que só a solidariedade pode ser o remédio eficaz!



COMO AJUDAR:

(21) 2292-5404 / (21)8718-6046

Não resolveremos o problema do mundo, mas podemos contribuir para salvar a vida de alguém muito perto de você!




sábado, 16 de outubro de 2010

Manifesto de artistas e intelectuais Pró-Dilma

Manifesto de artistas e intelectuais Pró-Dilma

14/10/2010

Nós, que no primeiro turno votamos em distintos candidatos e em diferentes partidos, nos unimos para apoiar Dilma Rousseff.

Fazemos isso por sentir que é nosso dever somar forças para garantir os avanços alcançados. Para prosseguirmos juntos na construção de um país capaz de um crescimento econômico que signifique desenvolvimento para todos, que preserve os bens e serviços da natureza, um país socialmente justo, que continue acelerando a inclusão social, que consolide, soberano, sua nova posição no cenário internacional.

Um país que priorize a educação, a cultura, a sustentabilidade, a erradicação da miséria e da desiguladade social. Um país que preserve sua dignidade reconquistada.

Entendemos que essas são condições essenciais para que seja possível atender às necessidades básicas do povo, fortalecer a cidadania, assegurar a cada brasileiro seus direitos fundamentais.

Entendemos que é essencial seguir reconstruindo o Estado, para garantir o desenvolvimento sustentável, com justiça social e projeção de uma política externa soberana e solidária.

Entendemos que, muito mais que uma candidatura, o que está em jogo é o que foi conquistado.

Por tudo isso, declaramos, em conjunto, o apoio a Dilma Rousseff. É hora de unir nossas forças no segundo turno para garantir as conquistas e continuarmos na direção de uma sociedade justa, solidária e soberana.

 Leonardo Boff

Chico Buarque de Holanda

Oscar Niemeyer

Aderbal Freire Filho – diretor de teatro

Alcides Nogueira - dramaturgo e roteirista

Alcione – cantora

Aldir Blanc – compositor e escritor

Álvaro Caldas - jornalista

André Klotzel - cineasta

André Luiz Oliveira – cineasta

Anne Pinheiro Guimarães - cineasta

Antonio Grassi - ator

Argemiro Ferreira – jornalista

Armando Freitas Filho - poeta

Beth Carvalho - cantora

Beth Formaggini - cineasta

Carlos Augusto Brandão - crítico de cinema

Carlos Brandão

Celso Frateschi – ator e diretor

Chico Cesar – cantor e compositor

Chico Diaz – ator

Claudia Furiati - historiadora e escritora

Cláudio Baltar - diretor

Cristina Buarque de Hollanda - cantora

Daniel Sroulevich - produtor cultural

Daniel Souza - designer e empresário

Dau Bastos

Débora Duboc - atriz

Dira Paes - atriz

Domingos de Oliveira – diretor teatral, cineasta

Edgar Vasques - cartunista

Ednardo – cantor

Eduardo A. Russo - crítico de cinema

Eduardo Figueiredo - produtor teatral

Eric Nepomuceno – jornalista e escritor

Eryk Rocha - cineasta

Felipe Radicetti - compositor

Geraldo Moraes - cineasta

Geraldo Sarno – cineasta

Helena Sroulevich – produtora cultural

Helvécio Ratton - cineasta

Hermano Figueiredo - cineasta e cineclubista

Hugo Carvana – ator e cineasta

Janaina Diniz - cineasta

 Jesus Chediak – cineasta e produtor cultural

João Bosco – cantor e compositor

João Carlos Couto - dramaturgo e produtor teatral

Joel Pizzini - cineasta

Jorge Furtado - cineasta

José Joffily – cineasta

José Roberto Filippelli

Karen Acioly – diretora teatral

Leopoldo Nunes - cineasta e agente cultural

Lucélia Santos - atriz

Lucia Murat – cineasta

Lúcia Rocha - curadora do Tempo Glauber

Lucília Garcez - escritora

Lucy Barreto - produtora

Luiz Antonio de Assis Brasil - escritor

Luiz Carlos Barreto - produtor

Luiz F. Taranto - jornalista e cineasta

Luiz Fernando Lobo - diretor artístico e ator

Manfredo Caldas - cineasta

Marcelo Laffitte - cineasta

Marcos Souza – músico e jornalista

Mariana Lima - atriz

Marieta Severo - atriz

Marília Alvim - cineasta

Mario Prata - escritor e dramaturgo

Marquinhos de Oswaldo Cruz

Maurice Capovilla – cineasta

Maurício Machado - ator

Miguel Paiva – escritor e humorista

Miúcha - cantora

Monarco - compositor

Monique Gardenberg - cineasta e diretora de teatro

Murilo Salles - cineasta

Nelson Sargento - compositor

Nei Lopes – compositor e escritor

Noilton Nunes - cineasta

Orã Figueiredo – ator

Otto - cantor e compositor

Paloma Rocha - cineasta

Paula Gaitán - cineasta e artista plástica

Paulo Betti - ator

Paulo Halm – roteirista e cineasta

Pedro Cardoso - ator

Raquel Karro – atriz

Ricardo Cota - Secretário de Comunicação do Governo do RJ

Ricardo Cravo Albin – jornalista, historiador e pesquisador da MPB

Ricardo Gontijo – jornalista

Roberto Berliner - cineasta

Roberto Gervitz - cineasta

Roberval Duarte - cineasta e produtor cultural

Rodrigo Targino - cineasta

Rogério Correa - cineasta

Rosa d`Aguiar Furtado – jornalista, tradutora (viúva de Celso Furtado)

Rosemary – cantora

Rosemberg Cariry - cineasta

Rubens Rewald

Ruth Rocha – escritora

Ruy Guerra - cineasta

Sandra Werneck - cineasta

Sara Rocha - produtora de cinema

Sérgio Sá Leitão - cineasta e administrador público

Silvia Buarque de Hollanda - atriz

Silviano Santiago – escritor

Sylvia Moreira - arquiteta, cenógrafa

Tata Amaral - cineasta

Tia Surica -sambista

Toni Venturi - cineasta

Tuca Moraes – atriz e produtura

Vania Cattani - cineasta

Vicente Amorim - cineasta

Vinícius Reis - cineasta

Vladimir Carvalho – cineasta

Wagner Tiso - músico

Walter Carvalho - cineasta

Walter Lima Júnior - cineasta

Wolney Oliveira – cineasta

Ziraldo – desenhista, escritor, pintor

Frei Betto

Emir Sader

Álvaro Caldas - jornalista

Ricardo Gontijo – jornalista

Regina Zappa – jornalista e escritora

Padre Ricardo Rezende

Paulo Sergio Niemeyer

Vera Niemeyer

Tulio Mariante - designer


Fonte: Brasil de Fato 

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Curso: Ana Cristina Nadruz

"Arte Islâmica - A Diversidade na Unidade"  

MIDRASH CENTRO CULTURAL .   
Início dia 21 de outubro, quinta feira.  


  
   

domingo, 10 de outubro de 2010

MANIFESTO DE ARTISTAS E INTELECTUAIS PRO DILMA

de Dulce Maia

Um grupo de artistas e intelectuais liderados por Leonardo Boff, Chico Buarque, Emir Sader, Eric Nepumuceno está articulando adesões ao manifesto abaixo de apoio político a eleição de Dilma Roussef. Se você puder aderir agradeceríamos muito: mande sua adesão para emirsader@uol.com.br ; ericnepomuceno@uol.com.br

E, se você puder, divulgue aos seus amigos do Rio para participarem do ATO POLITICO de entrega do manifesto à candidata, no Teatro CASA GRANDE, dia 18 de outubro, às 20 hs. (Rua Afranio de Mello Franco, 290- Leblon- Rio de janeiro).

MANIFESTO DE ARTISTAS E INTELECTUAIS PRO DILMA

Nós, que no primeiro turno votamos em distintos candidatos e em diferentes partidos, nos unimos para apoiar Dilma Rousseff. Fazemos isso por sentir que é nosso dever somar forças para garantir os avanços alcançados. Para prosseguirmos juntos na construção de um país capaz de um crescimen to econômico que signifique desenvolvimento para todos, que preserve os bens e serviços da natureza, um país socialmente justo, que continue acelerando a inclusão social, que consolide, soberano, sua nova posição no cenário internacional.

Um país que priorize a educação, a cultura, a sustentabilidade, a erradicação da miséria e da desiguladade social. Um país que preserve sua dignidade reconquistada.

Entendemos que essas são condições essenciais para que seja possível atender às necessidades básicas do povo, fortalecer a cidadania, assegurar a cada brasileiro seus direitos fundamentais.

Entendemos que é essencial seguir reconstruindo o Estado, para garantir o desenvolvimento sustentável, com justiça social e projeção de uma política externa soberana e solidária.

Entendemos que, muito mais que uma candidatura, o que está em jogo é o que foi conquistado.

Por tudo isso, declaramos, em conjunto, o apoio a Dilma Rousseff. É hora de unir nossas forças no segundo turno para garantir as conquistas e continuarmos na direção de uma sociedade justa, solidária e soberana.

Leonardo Boff
Chico Buarque
Fernando Morais
Emir Sader
Eric Nepumuceno


Fonte: Site Vi o Mundo

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

PLC 122

  PROJETO DE LEI 5003/2001 (PLC 122/2006) SUBSTITUTIVO ADOTADO - CCJC
Altera a Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989, que define os crimes resultantes de preconceito de raça ou de cor, dá nova redação ao § 3, do art. 140, do Decreto-Lei n 2.848, de 7 de dezembro de 1940— Código Penal — e ao art. 5º, da Consolidação das Leis do Trabalho, aprovada pelo Decreto-Lei nº 5.452, de 1º de maio de 1943, e dá outras providências.
O Congresso Nacional decreta
Art. 1º Altera a Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989, definindo os crimes resultantes de discriminação ou preconceito de gênero, sexo, orientação sexual e identidade de gênero. Art. 2º A ementa da lei passa vigorar com a seguinte redação: “Define os crimes resultantes de discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião, procedência nacional, gênero, sexo, orientação sexual e identidade de gênero (NR)” Art. 3º O artigo 1º, da Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989, passam a vigorar com a seguinte redação: “Art. 1º Serão punidos, na forma desta lei, os crimes resultantes de discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião, procedência nacional, gênero, sexo, orientação sexual e identidade de gênero. (NR)” Art. 4º A Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989, passa a vigorar acrescida do seguinte art. 4º: “Art. 4º Praticar o empregador ou seu preposto, atos de dispensa direta ou indireta. Pena: reclusão de dois a cinco anos.” Art. 5º Os artigos 5º, 6º e 7º, da Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989, passam a vigorar com a seguinte redação: “Art. 5º Impedir. recusar ou proibir o ingresso ou permanência em qualquer ambiente ou estabelecimento público ou privado, aberto ao público; Pena — reclusão de um a três anos” “Art. 6º Recusar, negar. impedir, preterir, prejudicar retardar ou excluir em qualquer sistema de seleção educacional, recrutamento ou promoção funcional ou profissional. Pena — reclusão de três a cinco anos” “Art. 7º Sobretaxar, recusar, preterir ou impedira hospedagem em hotéis, motéis, pensões ou similares; Pena — reclusão de três a cinco anos” Art. 6º A Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989, passa a vigorar acrescida do seguinte art. 7º ‘Art. 7º Sobretaxar recusar, preterir ou impedir a locação, a compra, a aquisição, o arrendamento ou empréstimo de bens móveis ou imóveis de qualquer finalidade; Pena: reclusão de dois a cinco anos.” Art. 7° A Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989, passa a vigorar acrescida dos seguintes art. 8º-A e 8º-B: “Art. 8º-A. Impedir ou restringir a expressão e a manifestação de afetividade em locais públicos ou privados abertos ao público, em virtude das características previstas no artigo 1º; Pena: reclusão de dois a cinco anos.” “Art. 8º-B. Proibir a livre expressão e manifestação de afetividade do cidadão homossexual, bissexual ou transgênero, sendo estas expressões e manifestações permitidas ao demais cidadãos ou cidadãos. Pena: reclusão de dois a cinco anos.” Art. 8º Os artigos 16 e 20, da Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989, passam a vigorar com a seguinte redação: “Art. 16. Constitui efeito da condenação; I - a perda do cargo ou função pública. para o servidor público; II - inabilitação Para contratos com órgãos da administração pública direta, indireta ou fundacional; III — proibição de acesso a créditos concedidos pelo Poder Público e suas instituições financeiras, ou a programas de incentivo ao desenvolvimento por estes instituídos ou mantidos; IV — vedação de isenções, remissões, anistias ou quaisquer benefícios de natureza tributária. V— multa de até 10.000 (dez mil) UFIRs, podendo ser multiplicada em até 10 (dez) vezes em caso de reincidência, e levando-se em conta a capacidade financeira do infrator. VI — suspensão do funcionamento dos estabelecimentos por prazo não superior a três meses. § l º Os recursos provenientes das multas estabelecidas por esta lei, serão destinados para campanhas educativas contra a discriminação. § 2º Quando o ato ilícito for praticado por contratado, concessionário, permissionário da Administração Pública, além das responsabilidades individuais será acrescida a pena de rescisão do instrumento contratual do convênio ou da permissão. § 3º Em qualquer caso, o prazo de inabilitação será de doze meses contados da data da aplicação da sanção. § 4º As informações cadastrais e as referências invocadas como justificadoras da discriminação serão sempre acessíveis a todos aqueles que se sujeitarem a processo seletivo, no que se refere à sua participação. (NR)”

“Art. 20. Praticar, induzir ou incitar a discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião, procedência nacional, gênero, sexo, orientação sexual e identidade de gênero. .......................................
§ 5º O disposto neste artigo envolve a prática de qualquer tipo de ação violenta, constrangedora, intimidatória ou vexatória, de ordem moral, ética, filosófica ou psicológica; (NR)” Art. 9º A Lei nº.71 6, de 5 de janeiro de 1989, passa a vigorar acrescida dos seguintes arts. 20-A e 20-B: “Art. 20-A. A prática dos atos discriminatórios a que se refere esta lei será apurada em processo administrativo e pena), que terá início mediante: I - reclamação do ofendido ou ofendida; II – ato ou oficio de autoridade competente; III - comunicado de organizações não governamentais de defesa da cidadania e direitos humanos.” “Art. 20-B. A interpretação dos dispositivos dessa lei e de iodos os instrumentos normativos de proteção do direitos de igualdade, de oportunidade e de tratamento, atenderá ao princípio da mais ampla proteção dos direitos humanos. § 1º Nesse intuito, serão observados, além dos princípios e direitos previstos nessa lei, todas disposições decorrentes de tratados ou convenções internacionais das quais o Brasil seja signatário, da legislação interna e das disposições administrativas. § 2º Para fins de interpretação e aplicação dessa lei, serão observadas, sempre que mais benéficas em favor da luta antidiscriminatória, as diretrizes traçadas pelas Cortes Internacionais de Direitos Humanos, devidamente reconhecidas pelo Brasil.” Art. 10. O § 3º, do art. 140, do Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940 — Código Penal, passa a vigorar com a seguinte redação: ‘Art.140 .......................................................................
§ 3º Se a injúria consiste na utilização de elementos referentes à raça, cor, etnia, religião, procedência nacional, gênero, sexo, orientação sexual e identidade de gênero, ou a condição de pessoa idosa ou portadora de deficiência: Pena — reclusão de 1 (um) a 3 (três) anos e multa (NR)” Art. 11.0 Artigo 5º, da Consolidação das Leis do Trabalho, aprovada pelo Decreto-Lei nº 5.452, de 1º de maio de 1943, passa a vigorar acrescido do seguinte parágrafo único: “Art. 5º ............................................................:
Fica proibida a adoção de qualquer prática discriminatória e limitativa para efeito de acesso a relação de emprego, ou sua manutenção, por motivo de sexo, orientação sexual e identidade de gênero, origem, raça, cor, estado civil, situação familiar ou idade, ressalvadas, neste caso, as hipóteses de proteção ao menor previstas no inciso XXXIII do art.7º da Constituição Federa.” Art.12. Esta lei entrará vigor na data de sua publicação. Sala da Comissão, 3 de agosto de 2005.— Deputado Antonio Carlos Biscaia Presidente

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Eleições!

Texto de Adilson Gomes dos Santos (Meu padrinho)

" Cansei de ir ao supermercado e encontrá-lo cheio. O alimento está barato demais. O salário dos pobres aumentou e qualquer um agora se mete a comprar carne, queijo, presunto, hambúrguer e iogurte.
Cansei dos bares e restaurantes lotados nos fins de semana. Se sobra algum,a gentalha toda vai para a noite.
Cansei dessa demagogia.
Cansei de ir em Shopping e ver a pobreza comprando e desfilando com seus celulares.O governo reduziu os impostos para os computadores. A Internet virou coisa de qualquer um. Pode? Até o filho da manicure, pedreiro, catador de papel, agora navega...
Cansei dos estacionamentos sem vaga. Com essa coisa de juro baixo, todo mundo tem carro, até a minha empregada. " É uma vergonha! ", como diz o Boris Casoy, fazendo biquinho, igualzinho a bibas.Com o Serra os congestionamentos vão acabar porque, como emS.Paulo, ele vai criar o Ministério dos Pedágios e vai instalar postos de pedágio nas estradas brasileiras a cada 35 km e cobrar caro, muito caro.
Cansei da moda banalizada. Agora, qualquer um pode botar uma confecção. Tem até crédito oferecido pelo governo. O que era exclusivo da Oscar Freire, agora, se vende no camelô da Uruguaiana, Mercadão de Madureira, 25 de Março e no Braz.
Vergonha, vergonha, vergonha...
Cansei de ir a banco e ver aquela fila de idosos no Caixa Preferencial, todos trabalhando de office-boys.Cansei dessa coisa de biodiesel, de agricultura familiar. O caseiro do meu sítio agora virou "empreendedor" no Nordeste. Pode?
Cansei dessa coisa assistencialista de Bolsa Família. Esse dinheiro poderia ser utilizado para abater a dívida dos empresários de comunicação (Globo, SBT, Band, Re deTV, CNT, Fôlha SP, Estadão, etc.). A coitada da "Veja" passando dificuldade e esse governo alimentando gabiru em Pernambuco. É o fim do mundo.
Cansei dessa história de PROUNI, que botou esses tipinhos, sem berço, na  universidade. Até índio, agora, vira médico e advogado. É um desrespeito... Meus filhos, que foram bem criados, precisam conviver e competir com essa raça.
Cansei dessa história de Luz para Todos. Os capiaus, agora, vão assistir TV até tarde. E, lógico, vão acordar ao meio-dia. Quem vai cuidar da lavoura do Brasil?
Diga aí, seu Lula...
Cansei dessa história de facilitar a construção e a compra da casa própria. E os coitados que vivem de cobrar aluguéis? O que será deles?
Cansei dessa palhaçada da desvalorização do dólar. Agora, qualquer um tem MP3, celular e câmera digital. Qualquer umazinha, aqui do prédio, vai passar férias no Exterior.
Tenho um amigo que faz dois cruzeiros por ano, e paga U$ 100,00, por fotografia que tira com o Comandante. A cada viagem, ele tira de 8 a 10 fotos. É o fim...
Vou anular meu voto.
Cansei, anularei meu voto, porque quero de volta as emoções fortes do governo do "intelectual que vendeu o País", na bacia das almas, quero investir no dólar em disparada e aproveitar a inflação. Investir em ações de Estatais quase de graça e vender com altos lucros.
Chega dessa baboseira politicamente correta, dessa hipocrisia de cooperação. O motor da vida é a disputa, o risco... Quem pode, pode, quem não pode, se sacode. Tenho culpa se os mais esperto que os outros ganharam dinheiro comprando ações de Estatais quase de graça? Eles que vão trabalhar, vagabundos, porque no capitalismo vence quem tem mais competência. É o único jeito de organiz ar
a sociedade, de mostrar quem é superior e quem é inferior.Quero os 500 anos de oligarquia autoritária, corrupta e escravizante de volta. Quero também os Arminios Fragas, Malan(dros) & outros pulhas, que transformaram aVale e a Embratel em meros ativos para vender a preço de banana para os amigos do rei. Quero de volta a quadrilha do FHC (a lata de lixo da História te espera, canalha), escondendo escândalos, maracutaias e compra de votos no Congresso.
Onde já se viu: nesta terra sem lei chamada Brasil, só a direita corrupta tem o direito de roubar, o resto tem que trabalhar duro, com salário de fome para que os tubarões, empresários e banqueiros, comprarem seus jatinhos e iates além de mandarem dinheiro para paraísos fiscais.
Quero o Serra & quadrilha fazendo pelo país o que fez com os funcionários públicos, professores, médicos e policiais do estado de São Paulo passarem 14 anos a míngua. Tem que arrebentar essa pobralhada.Eu ia votar, mas cansei.
Basta! Anularei meu voto.
Quero ver essa gentalha no lugar que lhe é devido.
Quero minha felicidade de volta! "

Fonte Jurubeba Cultural blog de Estenio Iriart El-Bainy (Meu Pai)

sábado, 4 de setembro de 2010

Dia da Yoda!

Dia especial!
Hoje minha Mamma, Guerreira de Luz, Mestre Yoda faz 78 anos!
Feliz tudo..Te amo!

terça-feira, 31 de agosto de 2010

CD de Lucio Sanfilippo

10 de setembro, 22 horas no Ernesto - Lapa  pré lançamento e noite de autógrafos do cd A FLOR DO VELHO ENGENHO, de Lucio Sanfilippo


Tenho a benção de aos 37 anos ser gravada por esse que é com certeza um dos grandes intérpretes do nosso país - Lucio Sanfilippo
Música "Dona Rosa" em parceria com a minha irmã de vida Roberta Nistra.
Grande honra!

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Euzita e o meu "O X DO PROBLEMA" (E assim disse Noel Rosa...)

O X DO PROBLEMA -NOEL ROSA

Nasci no Estácio
Eu fui educada na roda de bamba
Eu fui diplomada na escola de samba
Sou independente, conforme se vê

Nasci no Estácio
O samba é a corda e eu sou a caçamba
E não acredito que haja muamba
Que possa fazer gostar de você

Eu sou diretora da escola do Estácio de Sá
E felicidade maior neste mundo não há
Já fui convidada para ser estrela do nosso cinema
Ser estrela é bem fácil
Sair do Estácio é que é o X do problema

Você tem vontade
Que eu abandone o largo de Estácio
Pra ser a rainha de um grande palácio
E dar um banquete uma vez por semana
Nasci no Estácio
Não posso mudar minha massa de sangue
Você pode ver que palmeira do mangue
Não vive na areia de Copacabana

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Carta aberta aos candidatos brasileiros – Manifesto Pró-Casamento Igualitário no Brasil

Senhoras e Senhores Candidatos,

Por meio desta carta-manifesto, nós, abaixo assinados, viemos reivindicar aos candidatos concorrentes no pleito de 2010 e perante a sociedade brasileira a aprovação urgente, no Brasil, do chamado casamento gay, melhor definido como casamento igualitário. Conclamamos que candidatos e cidadãos brasileiros aproveitem o processo eleitoral para refletir seriamente sobre o assunto.

Nós, sejamos lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais, transgêneros ou heterossexuais, somos apoiadores de um direito básico do qual todos os brasileiros devem ter neste país: a Igualdade Civil. Por isso, defendemos que o casamento igualitário, recentemente aprovado na Argentina, o seja também no Brasil. Não pensamos que tal medida seja radical ou subversiva, assim como não pensaram ser radicais aqueles que instituíram o divórcio ou o sufrágio secreto e universal em nosso país. Trata-se simplesmente de uma questão de igualdade civil e justiça democrática. Os conservadores devem aceitar que o Brasil é uma República Laica desde 1889, ou seja, há mais de 100 anos. Também repudiamos veementemente a proposta de se fazer um plebiscito sobre a União Civil Gay. Pensamos que a proposta, mesmo travestida de “democrática”, é cruel, humilhante e degradante com a população LGBT.

As razões para que o casamento igualitário seja aprovado no Brasil são muitas. Entretanto, o principal argumento é que somente esta reforma no código civil daria igualdade legal entre cidadãos com orientações sexuais diferentes da heteronormativa.

Esperamos, com esta carta-manifesto, fazer com que todos os candidatos do Brasil e a sociedade em geral entendam a gravidade da situação de exclusão civil, social e de direitos humanos em que se encontra grande parte da comunidade LGBT – estimada por especialistas em aproximadamente 10% da população brasileira. Queremos chamar a atenção, especialmente, dos candidatos aos cargos de deputado estadual e federal, governadores, senadores e, principalmente, à Presidência da República, e pedir para que se manifestem claramente, sem hipocrisia, sobre o assunto.


Todas as mulheres e homens são iguais perante a lei

A Constituição Federal Brasileira, desde 1988, garante que todos os brasileiros são iguais perante a lei, portanto, têm os mesmos direitos e deveres. Em seu artigo 5º, a Carta Magna afirma: “Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, (...)”

Os cidadãos homo, bi e transexuais cumprem os mesmos deveres que os heterossexuais para com a República, são obrigados a votar, a servir militarmente à pátria (no caso masculino), a pagar os impostos etc. Todavia, a elas e eles ainda são negados, por parte do Estado, vários direitos básicos, como a igualdade civil e jurídica e mesmo a garantia e manutenção de sua integridade física. Direitos básicos estão comprometidos no país, como a garantia à segurança e à vida nos casos de atentados homofóbicos, a que costumeiramente estão expostos os LGBTs em seu dia-a-dia. No Brasil ainda se faz necessária a urgente aprovação do PLC-122, que criminaliza a discriminação por orientação sexual, como em todas as nações modernas do mundo. Não fazê-lo é ser conivente com os assassinatos de gays, lésbicas e transgêneros que acontecem a cada dois dias no Brasil.

Além das violações diárias de seus direitos, os cidadãos LGBTs são, ainda, discriminados pelo Estado brasileiro. Ao não equiparar os direitos civis entre heterossexuais e homossexuais, o Estado fere a isonomia republicana, deslegitimando sua própria base jurídica. Inclusive, com isso, ainda fortalece as pretensões daqueles que querem continuar a discriminar e excluir “legalmente” uma parcela da população brasileira - a LGBT.

Entre os objetivos declarados na Constituição da República Federativa do Brasil, em seu artigo 1º estão: “II - a cidadania; III - a dignidade da pessoa humana; (...)”. Percebe-se, claramente, que estes dois valores ainda são aviltados a gays, lésbicas, bissexuais e transexuais ao terem negados os direitos civis relacionados ao casamento e a constituição de família.

Sem a equiparação dos direitos civis entre homossexuais e heterossexuais, a legitimidade republicana deve contestada, afirmando a injustiça formal existente no Brasil. Para que essas diferenças sejam progressivamente resolvidas, é necessário que, ao menos legalmente, todos sejam considerados iguais, sem qualquer distinção, inclusive aquelas motivadas pela orientação sexual. O Estado não pode ser agente desta distinção, e por isso, deve urgentemente reconhecer a existência legal das famílias homoafetivas.

A aprovação do casamento igualitário seria a correção da injustiça civil relacionada aos direitos dos cidadãos LGBTs de constituírem família e possuírem os mesmos direitos civis e familiares que os heterossexuais. Somente a aprovação da união civil entre pessoas do mesmo sexo não se justifica mais na atual conjuntura política e histórica. Além de estabelecer uma evidente separação entre aqueles que deveriam ser constitucionalmente iguais, os direitos limitados por ela concedidos já foram, em parte, contemplados pelas inúmeras decisões do poder judiciário brasileiro, ou concedidas por decisões administrativas de órgãos federais (Receita Federal etc) e empresas públicas (Caixa Econômica etc) e privadas.

Ou seja, somente o casamento igualitário estabelece a isonomia civil de direitos republicanos, sem criar diferenças. Pensamos que a não-equiparação de direitos civis ou a manutenção da desigualdade legal entre todos os cidadãos é tão grave que abre precedente perigoso para garantia da manutenção e da legitimidade do regime constitucional brasileiro.


O Brasil é um Estado Laico

O Brasil também se afirma constitucionalmente como uma democracia que prima pela liberdade de pensamento. Para garanti-la, determina a separação entre Estado e Igrejas: O Art. 19 da Constituição Federal proíbe à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios "estabelecer cultos religiosos ou igrejas, subvencioná-los, embaraçar-lhes o funcionamento ou manter com eles ou seus representantes relações de dependência ou aliança, ressalvada, na forma da lei, a colaboração de interesse público", e também “criar distinções entre brasileiros ou preferências entre si”.

Apesar dessa clara norma legal, muitos eleitos, principalmente deputados e senadores, e funcionários públicos não respeitam essa separação entre Estado e Igreja(s), provavelmente por não entenderem o que é um Estado Laico. O laicismo, princípio que rege a base teórica das leis brasileiras, é uma doutrina filosófica que defende e promove a separação do Estado das igrejas e comunidades religiosas, assim como a neutralidade do Estado em matéria religiosa. A palavra "laico" é um adjetivo que significa uma atitude crítica e separadora da interferência da religião organizada na vida pública das sociedades contemporâneas.

Entretanto, alguns grupos religiosos conservadores impõe seu pensamento na forma de lobbies político-religiosos, obrigando o conjunto da sociedade a aceitar seus conceitos estritamente religiosos, regulando leis e ditando padrões de comportamento beseados na religião. Um bom exemplo é como os grupos religiosos, sobretudo católicos e neopentecostais, pretendem obrigar a grupos que não confessam seus preceitos a viver de acordo com suas normas e dogmas. Neste caso, eles violam a Constituição pretendendo enfraquecer a exigência do Estado Laico.

Duas modificações importantes instituídas a partir da declaração da laicidade do Estado foram a a criação do Casamento Civil (coexistindo a partir de então com o Matrimônio religioso) e a adoção do Registro Civil de Nascimento (que substitui o Registro de Batismo).

A lei de igualdade civil da qual os brasileiros LGBTs clamam pela aprovação quer ampliar os direitos ao casamento civil. Importante reafirmar que não cabe aqui nenhuma exigência que altere o matrimônio religioso ou que pretenda obrigar as doutrinas a incluir o casamento gay. Isto porque o Estado laico funciona em duas vias: nele não cabe nenhuma interferência religiosa, mas ele também se abstém de decisões que afetem qualquer religião. Não cabe ao Estado brasileiro decidir sobre como a Igreja Católica, por exemplo, casa seus fiéis: só a Santa Sé, no Vaticano, tem esta prerrogativa. Contudo, ao Estado brasileiro cabe proteger todos os seus cidadãos de todas as formas que possam cercear seu direito a liberdade.

O casamento civil é um direito que somente a parcela heterossexual da população brasileira possui. O clamor entre os indivíduos homossexuais, bissexuais e transexuais da República é para que este direito seja ampliado a todos, sem distinções. Assim, não haverá desigualdade jurídica instituída.

Pode-se constatar que o “argumento” mais poderoso contra o casamento gay origina-se do meio religioso, e começa sempre com citações da Bíblia Sagrada. Entretanto, esse discurso não serve como argumento quando se discute políticas públicas, leis e modelos de Estado. Em um Estado laico e democrático, crenças religiosas não podem, em absolutamente nenhuma circunstância, ser incluídas entre elementos formadores do pensamento legislador ou público. Nessas condições, nenhum preceito de base religiosa tem qualquer legitimidade na configuração normativa de leis, códigos ou regulamentos estatais.


Formar família é para poucos?

Um argumento comum dos setores conservadores contrários ao casamento é o de que um casal homossexual não forma uma família. Retrocedendo historicamente, também o modelo de família que se vê hoje em dia (homem, mulher e filhos) pode ser datado como posterior a Segunda Guerra Mundial (isto é, a partir da década de 1950). E isto somente se falarmos do ocidente.

A antropologia e a sociologia comprovam que, fora do mundo ocidental, ainda hoje, o modelo de família pode ser muito distinto do que se convencionou chamar de família. Já no ocidente, mais de 38 tipos de família coexistem hoje nas sociedades urbanas. O “modelo” de família não é unívoco mesmo no mundo ocidental: famílias de mães ou pais solteiros; divorciados que casam-se novamente e reúnem seus filhos, os filhos do cônjuge e os nascidos desse casamento; famílias formadas por pessoas que, na verdade, não têm nenhum parentesco sanguíneo. O modelo de família é extremamente mais amplo do que o texto da lei brasileira permite afluir.

Outro argumento contrário ao casamento gay é o de que duas pessoas do mesmo sexo não podem gerar filhos e, portanto, não podem per si constituir família. Este argumento, se for levado a sério, excluiria também os casais heterossexuais que, por um motivo ou outro, também não geram filhos. Casais estéreis ou casais idosos não deveriam mais constituir uma unidade familiar perante a lei. Isto absolutamente não faz sentido. Até porque a lei brasileira prevê o caso de adoção. Crianças são abandonadas por inúmeros motivos em abrigos e protegidas pelo Estado, e podem ser adotadas por estes casais heterossexuais que não podem gerar filhos. Porque não pelos casais homossexuais?

Outra afirmação usada contra a família homoafetiva é dar uma natureza “transviada” à relação de duas pessoas do mesmo sexo, crendo que os indivíduos não forneceriam bons modelos para a formação de uma criança. Argumenta-se que esta “má influência” seria prejudicial ao desenvolvimento destas jovens mentes.

Há os que sentenciam que o filho de um homossexual teria o mesmo comportamento afetivo sexual, ignorando aqueles que são frutos de lares heterossexuais. Com esse enunciado, nega-se outro direito aos gays: a adoção, em conjunto, de uma criança.

Os candidatos a cargos públicos devem a todos os cidadãos, no mínimo, um posicionamento claro sobre estas questões. Isso é fundamental para que a democracia possa tornar-se mais do que uma bela palavra.

Brasil, agosto de 2010

http://www.petitiononline.com/casalgay/petition-sign.html

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Poesia -O LAÇO E O ABRAÇO









de Mário Quintana

Meu Deus! Como é engraçado!

Eu nunca tinha reparado como é curioso um laço... uma  fita    dando voltas.
Enrosca-se, mas não se embola, vira, revira, circula e pronto: está dado o
laço. É assim que é o abraço: coração com coração, tudo isso cercado de
braço. É assim que é o laço: um abraço no presente, no cabelo, no vestido,
em qualquer coisa onde o faço.
E quando puxo uma ponta, o que é que acontece? Vai escorregando...
devagarzinho, desmancha, desfaz o abraço.
Solta o presente, o cabelo, fica solto no vestido.
E, na fita, que curioso, não faltou nem um pedaço.
Ah! Então, é assim o amor, a amizade.
Tudo que é sentimento. Como um pedaço de fita.
Enrosca, segura um pouquinho, mas pode se desfazer a qualquer hora,
deixando livre as duas bandas do laço. Por isso é que se diz: laço
afetivo, laço de amizade.
E quando alguém briga, então se diz: romperam-se os laços.
E saem as duas partes, igual meus pedaços de fita, sem perder nenhum
pedaço.
Então o amor e a amizade são isso...
Não prendem, não escravizam, não apertam, não sufocam.
Porque quando vira nó, já deixou de ser um laço!

Fonte: E-mail de Ana Lúcia J. Teixeira
http://www.homeopatiaeacupuntura.com.br/

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Música - Mudanças de Vanusa & Sérgio Sá

(Parte declamada)

Hoje eu vou mudar
Sair de dentro de mim
E não usar somente o coração
Parar de cobrar os fracassos
Soltar os laços
E prender as amarras da razão!
Voar livre
Com todos os meus defeitos
Pra que eu possa libertar
Os meus direitos
E não cobrar dessa vida
Nem rumos e nem decisões!
Hoje eu preciso
e vou mudar
Dividir no tempo
E somar no vento
Todas as coisas
Que um dia sonhei
conquistar,
Porque sou mulher
Como qualquer uma
Com dúvidas e soluções
Com erros e acertos
Amor e desamor.
Suave como a gaivota
E ferina como a leoa
Tranqüila e pacificadora
Mas ao mesmo tempo
Irreverente e revolucionária!
Feliz e infeliz
Realista e sonhadora
Submissa por condição
Mas independente por opinião,
Porque sou mulher
Com todas as incoerências
Que fazem de nós
Um forte sexo fraco!

domingo, 8 de agosto de 2010

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Noca da Portela critica o Ecad

Órgão que arrecada os direitos autorais dos compositores pode ser extinto. Artistas dizem o que acham da medida


POR LEANDRO SOUTO MAIOR

Rio - O Escritório Central de Arrecadação e Distribuição (Ecad) pode estar com os dias contados. O destino do órgão brasileiro responsável pela arrecadação e distribuição dos direitos autorais começa a ser definido hoje, em votação marcada para as 10h30, na Comissão de Ciência e Tecnologia da Câmara, em Brasília.

“A distribuição no Brasil é muito precária, principalmente em relação a outros países no mundo”, compara o vocalista Tico Santa Cruz. “O Detonautas tem mais de dez sucessos nacionais, se fosse em qualquer outro lugar poderíamos estar milionários”, contabiliza.

O sambista Noca da Portela atesta como as coisas funcionam no Brasil e em outros países. No início dos anos 80, sua música ‘É Preciso Muito Amor’, parceria com Tião de Miracema, ganhou uma versão do orquestrador francês Paul Mauriat. Os direitos por essa gravação renderam mais do que tudo o que ele já arrecadou no Brasil. “Tenho 360 músicas que foram gravadas por quase todos os grandes cantores, de Maria Bethânia ao Zé do Treco Treco, mas dinheiro de direitos autorais eu só consegui ganhar mesmo quando o Paul Mauriat me gravou”, desabafa o compositor.

Na época, Noca da Portela conseguiu comprar sua casa no Engenho de Dentro. “Essa gravação me dá dinheiro até hoje, assim como para a família do parceiro Miracema, que já faleceu, mas que na ocasião também comprou sua casinha”, lembra. Noca conta que, de três em três meses, “pinga uma merreca” em sua conta e que vive essencialmente de shows, como o que faz amanhã, no Carioca da Gema, na Lapa: “Se fosse depender do Ecad, estaria morando embaixo do viaduto”.

O cantor Dudu Nobre aponta a arrecadação de direitos como “a maior herança” que vai deixar para os filhos. “O Ecad evoluiu bastante, mas ainda há muito o que melhorar”, avalia.

Se passar pela Comissão, o projeto do deputado federal Alexandre Cardoso (PSB-RJ) vai à votação na Câmara e no Senado e pode substituir a lei que trata do direito autoral. O deputado sugere a criação do Centro de Arrecadação de Diretos Autorais (Cadda), com regras mais rígidas de fiscalização. “O Ecad é voraz na arrecadação, mas muito tímido na hora da distribuição dos recursos”, analisa o parlamentar. O projeto ressalta a falta de transparência e de auditoria do órgão: “Tenho certeza de que a maioria da Comissão aprovará a substituição do Ecad”.

Fonte: Jornal O Dia

sábado, 3 de julho de 2010

2 de julho

Texto: Blog do meu Baba/Pai. Valeu nêgo!

"A data importante para a Bahia. A data importante para mim.
Neste dia nascia uma grande companheira. Neste dia nascia Janaína Mesquita.
O texto adaptado a seguir sobre o “2 de Julho” dos baianos fui encontrar em: http://ibahia.globo.com/especiais/2dejulho/o2dejulho.asp "

Leiam. Como é importante este dia para a história deste país. Por isto a Bahia é diferente. A diferença não passa pelos axés, rebolations, caetanos, trios, etc. A diferença é sua história. A diferença são os mestiços, religiões, culturas que aqui conviveram nestes séculos. Neste dia é feriado estadual. Mas vejam como é a Bahia. Esta data. A mais importante da história dava o nome ao aeroporto. Um filho de político morre e mudam a denominação deste aeroporto. Faz quatro anos que esta violência histórica foi cometida. Esqueçamos. Vamos ao “2 de julho”

A comemoração do dia 2 de Julho é uma celebração às tropas do Exército e da Marinha Brasileira que, através de muitas lutas, conseguiram a separação definitiva do Brasil do domínio de Portugal, em 1823. Neste dia as tropas brasileiras entraram na cidade de Salvador, que era ocupada pelo exército português, tomando a cidade de volta e consolidando a vitória. Esta é uma data máxima para a Bahia e uma das mais importantes para a nação, já que, mesmo com a declaração de independente, em 1822, o Brasil ainda precisava se livrar das tropas portuguesas que persistiam em continuar em algumas províncias. Então, pela sua importância, principalmente para os baianos, todos os anos a Bahia celebra o 2 de Julho. Tropas militares relembram a entrada do Exército na cidade e uma série de homenagens são feitas aos combatentes. Entre todas as comemorações, a do ano de 1849 teve um convidado muito especial. O marechal Pedro Labatut, que liderou a tropas brasileiras nas primeiras ofensivas ao Exército Português, participou do desfile, já bastante debilitado e sem recursos financeiros, mas com a felicidade de homenagear as tropas das quais fez parte.

Para chegar a este dia, muita luta foi travada...

O Brasil do início do século XVIII ainda era dominado por Portugal, enquanto o Rio de Janeiro, Pernambuco, Minas Gerais e a Bahia continuavam lutando pela independência. As províncias não suportavam mais a situação e, percebendo os privilégios que o Rio de Janeiro estava recebendo por ser a capital, Pernambuco e Bahia resolveram se rebelar. Recife deu início a uma revolução anti-colonial em 6 de março de 1817. Esta revolução tinha uma ligação com a Bahia, já que havia grupos conspiradores compostos por militares, proprietários de engenhos, trabalhadores liberais e comerciantes. Ao saber desta movimentação, o então governador da Bahia, D. Marcos de Noronha e Brito advertiu alguns deles pessoalmente. O governo estava em cima dos conspiradores e, devido à violenta série de assassinatos, muito baianos resolveram desistir. Com toda esta repressão, a revolução de Recife acabou sendo derrotada. Os presos pernambucanos foram trazidos para a Bahia, sendo muitos fuzilados no Campo da Pólvora ou presos na prisão de Aljube, onde grande personagens baianos também estavam presos.

Movimentação pela independência

Diante das insatisfações, começaram as guerras pela independência. Os oficiais militares e civis baianos passaram a restringir a Junta Provisória do Governo da Bahia, que ditava as ordens na época, e com esta atitude foi formado um grupo conspirativo que realizou a manifestação de 3 de Novembro de 1821.Esta manifestação exigia o fim da Junta Provisória, mas foi impedida pela "Legião Constitucional Lusitana", ordenada pelo coronel Francisco de Paula e Oliveira. Os dias se passaram e os conflitos continuavam intensos. Muitos brasileiros morreram em combate.

Força portuguesa

No dia 31 de Janeiro de 1822 a Junta Provisória foi modificada. E depois de alguns dias, chegou de Portugal um decreto que nomeava o brigadeiro português, Ignácio Luiz Madeira de Mello, o novo governador de Armas. Os oficias brasileiros não aceitavam esta imposição, pois este decreto teria que passar primeiro pela Câmara Municipal. Houve, então, forte resistência que envolveu muitos civis e militares. Madeira de Mello não perdeu tempo e colocou as tropas portuguesas em prontidão, declarando que iria tomar posse. No dia 19 de fevereiro, os portugueses começaram a invadir quartéis, o forte São Pedro, inclusive o convento da Lapa, onde haviam alguns soldados brasileiros. Neste episódio, a abadessa Sónor Joana Angélica tentou impedir a entrada das tropas, mas acabou sendo morta.Concluída a ocupação militar portuguesa em Salvador, Madeira de Mello fortaleceu as ligações entre a Bahia e Portugal. Assim a cidade recebeu novas tropas portuguesas e muitas famílias baianas fugiram para as cidades do recôncavo.

Contra-ataque brasileiro

No recôncavo, houve outras lutas para a independência das cidades e o fortalecimento do exército brasileiro. O coronel Joaquim Pires de Carvalho reuniu todo seu armamento e tropas e entregou o comando ao general Pedro Labatut. Este, assim que assumiu, intimidou Madeira de Mello.

Labatut organizou todo seu exército em duas brigadas e iniciou uma série de providências. Aos poucos o exército brasileiro veio conquistando novos territórios até chegar próximo a cidade de Salvador.Madeira de Mello recebeu novas tropas de Portugal e pretendia fechar o cerco pela ilha de Itaparica e Barra do Paraguaçu. Esta atitude preocupava os brasileiros, mas os movimentos de defesa do território cresciam. E foi na defesa da Barra do Paraguaçu que Maria Quitéria de Jesus Medeiros se destacou, uma corajosa mulher que vestiu as fardas de soldado do batalhão de "Voluntários do Príncipe" e lutou em defesa do Brasil.Em maio de 1823, Labatut, em uma demostração de autoridade, ordenou prisões de oficiais brasileiros, mesmo sendo avisado do erro que estava cometendo, e acabou sendo cassado do comando e preso. O coronel José Joaquim de Lima e Silva assumiu o comando geral do Exército e no dia 3 de Junho ordenou uma grande ofensiva contra os portugueses. Com a força da Marinha Brasileira, o coronel apertou o cerco contra a cidade de Salvador, que estava sob domínio português, restringindo o abastecimento de materiais de primeira necessidade. Diante destes fortes ataques e das necessidades que estavam passando, Madeira de Mello enviou apelos e acabou se rendendo. Com a vitória, o Exército Brasileiro entrou em Salvador consolidando a retomada da cidade e fim da ocupação portuguesa no Brasil.

Figuras Importantes nesta data

-Caboclo e Cabocla: Estas figuras simbólicas foram criadas para homenagear os batalhões e os heróis de 1823 que, pela bravura e coragem, lutaram pela liberdade do Brasil. A história conta que o povo resolveu fazer sua própria comemoração e, em 1826, levou uma escultura de um índio para representar as tropas, já que não poderia ser um homem branco, porque lembrava os portugueses, nem os negros que, na época, não eram valorizados. Vinte anos depois, a Cabocla foi incluída nas comemorações.

-Maria Quitéria:A maior heroína nas lutas pela independência do Brasil, na Bahia. Maria, ao ficar sabendo das movimentações sobre as lutas da independência, conseguiu uma farda do exército e se alistou para combater as tropas portuguesas. Participou de diversas batalhas e foi consagrada solenemente na chegada do exército à Salvador.

-Joana Angélica:Abadessa no convento da Lapa, Joana tentou proteger os soldados brasileiros contra a invasão do convento, mas acabou sendo morta.

-Brigadeiro Ignácio Luiz Madeira de Mello:Vindo de Portugal, assumiu o governo das Armas por imposição portuguesa. Tomou posse utilizando a força bruta e dominando a cidade de Salvador. Fortaleceu a relação entre Portugal e Bahia. Lutou contra o exército brasileiro.

-General Pedro Labatut:Foi quem assumiu o exército brasileiro das mãos do coronel Joaquim Pires de Carvalho e começou a enfrentar o exército português. Um homem duro, Labatut conseguiu reestruturar as tropas e reerguer a vontade pela liberdade do Brasil.

-Coronel José Joaquim de Lima e Silva:Assumiu o comando geral do exército brasileiro depois da prisão do general Pedro Labatut. Fez uma intensa ofensiva às tropas portuguesas. “Conseguiu derrubar Madeira de Mello e assumir de volta a cidade de Salvador, vencendo a guerra.”

A comemoração aqui em Salvador para vocês saberem como é esta festa. Vejam a tradicional programação cultural. Sua importância para a sociedade baiana.

-1º Dia) "Te Deum". Na Catedral Basílica é celebrado pelo Arcebispo de São Salvador e Primaz do Brasil. Chegada do Fogo Simbólico procedente das Cidades de Cachoeira, Saubara, Santo Amaro da Purificação, São Francisco do Conde, Candeias, Simões Filho, passando por Valéria chegando ao Bairro de Pirajá, conduzido pelos soldados do Exercito e atletas baianos. Acendimento da Pira. Hasteamento das Bandeiras. Encerramento das solenidades no Bairro de Pirajá.

-2º Dia) Alvorada de fogos no Largo da Lapinha. Organização do Desfile. Hasteamento das Bandeiras por autoridades. Colocação de flores: pelas autoridades em frente ao Monumento ao General Labatut. Entrega dos Carros dos Caboclos para o desfile: discurso da Presidente do Instituto Geográfico e Histórico da Bahia. Recebimento dos Carros dos Caboclos para o desfile. : Discurso do Prefeito de Salvador. Execução do Hino ao 2 DE JULHO: pela Banda da Marinha.

INÍCIO DO DESFILE. Homenagem aos Heróis da Independência: breve parada em frente ao Convento da Soledade. Pronunciamento de um membro da Ordem Terceira do Carmo. Breve parada em frente à Ordem Terceira do Carmo e depois na Irmandade Nossa Senhora do Rosário dos Pretos. Recolhimento dos Carros Simbólicos nos Caramanchões da Praça Thomé de Souza.

-3º Dia) Organização do Desfile. Homenagem da Câmara Municipal aos Heróis do 2 de Julho. INÍCIO DO DESFILE. Chegada dos Caboclos ao Campo Grande. Hasteamento das Bandeiras e Execução do Hino Nacional pelas Bandas da Marinha, Exército, Aeronáutica, Polícia Militar e Corpo de Bombeiros. Colocação de Coroas de Flores no Monumento ao 2 de Julho pelas autoridades presentes. Execução do Hino ao 2 de Julho pela Banda da Polícia Militar. Acendimento da Pira.Execução do Hino Nacional .

-4º Dia) "A Volta dos Caboclos". Retorno dos Caboclos para o Pavilhão da Lapinha; com o acompanhamento da população e participação da Orquestra do Maestro Reginaldo de Xangô.

-5º Dia) Missa solene, seguida das festividades tradicionais do bairro da Lapinha em homenagem ao General Labatut. Encerramento das comemorações.
 
Fonte: A Jurubeba Cultural

sexta-feira, 25 de junho de 2010

Cresce, no estado de São Paulo, o movimento pelo fim da OMB

Audiência pública reforça a luta pela extinção da Ordem dos Músicos do Brasil e a tomada de consciência da categoria para ampliação e organização contra a desnecessária e anacrônica entidade

Maestros, sindicalistas, representantes de associações de músicos de várias formações e perfis compareceram na ALESP, no dia 31 de maio, à audiência pública organizada pelo deputado Carlos Giannazi, criador e coordenador da Frente Parlamentar em Defesa dos Músicos e Compositores do Estado de São Paulo.

Num rico debate Giannazi fez um rápido resgate histórico desde o começo do movimento e informou sobre sua recente visita feita ao ministro do Supremo Tribunal Federal, Carlos Ayres Britto, relator da ADPF 183 — ação judicial impetrada pelo parlamentar através da Procuradoria Geral da República — que pede a revogação de vários artigos da lei que criou, em 1960, a Ordem dos Músicos do Brasil. A ADPF já recebeu pareceres favoráveis da Advocacia Geral da União (Poder Executivo) e das presidências do Senado e da Câmara dos Deputados (Poder Legislativo).

“ A inconstitucionalidade desses artigos, que fazem a OMB agir como polícia contra os músicos, é notória e o ministro Ayres Britto mostrou-se sensível aos argumentos da Ação”, contou o deputado, que também programa uma visita ao ministro do Trabalho, Carlos Luppi, a fim de que a pasta reforme a Portaria 3347/86, que instituiu a nota contratual. Segundo os músicos este documento, hoje obrigatório, não ajuda em nada a questão trabalhista/previdenciária deles e é fonte de corrupção. O Ministério Público do Trabalho também já recebeu de Giannazi denúncias de violações trabalhistas cometidas pela Ordem, entidade que, na opinião do parlamentar, age fora da lei assediando, constrangendo, punindo e fiscalizando os músicos, cujo livre exercício da profissão está assegurado de forma clara na Constituição Federal.

Outros assuntos foram debatidos, dentre eles a vigência (e o desconhecimento dela) da Lei Estadual 12.547/07, à qual Giannazi atribui um significativo avanço, apesar de incompleta. “Aprovamos uma outra lei, de nossa autoria, vedando também a emissão da nota contratual no estado, mas o então governador José Serra a vetou. Iremos colocá-la novamente em pauta quando formos revisar os vetos do executivo”, disse.

No encontro os músicos posicionaram-se a favor de que a OMB, do jeito que está, tem que ser extinta. Também foram concordantes da tese de que cabe, após o julgamento da Ação no Supremo e a provável vitória, uma nova rodada de debates acerca de como organizar e regulamentar, de forma democrática e não punitiva, a profissão de músico.

Giannazi está lançando ainda um abaixo-assinado, a ser encaminhado ao STF para reforçar a votação da ADPF pedindo a sua aprovação, assim como levará ao tribunal um memorial com as denúncias dos músicos vítimas do assédio da OMB.

Abaixo assinado - http://www.carlosgiannazi.com.br/fale_conosco/abaixo-assinado-omb.htm

terça-feira, 22 de junho de 2010

Acordo CBF-Globo evidencia crise do jornalismo, mas não isenta Dunga de sua falta de educação

O portal UOL, com matéria de Maurício Stycer, divulga que o xingamento de Dunga a Alex Escobar veio na sequência de sua negativa em atender a acordo firmado pela TV Globo e Ricardo Teixeira, que permitiria entrevistas exclusivas à emissora carioca. Isso não significa que o técnico da Seleção tenha o direito de xingar o jornalista, como fez. Um erro não justifica o outro.


Mas o acordo da principal emissora de TV do país com a maior esfera de poder do futebol brasileiro evidencia a falência do jornalismo. Incrível como as pessoas perdem a noção da responsabilidade de dar informação. Ela não pode estar vinculada a acordos, trocas, favores. Jornalista não tem amigo, nem inimigo. Tem fonte. Se for diferente, a troca de favores indica a um dos lados a ideia de que terá alguma coisa em troca, a omissão de uma informação comprometedora ou a divulgação de um fato favorável.

Não pode ser assim.

Nos veículos sérios, as notícias são dadas de acordo com sua relevância editorial. A indicação de um acordo entre a cúpula de uma emissora ou jornal com uma esfera de poder, qualquer uma, tira a credibilidade de qualquer outra informação veiculada por esse meio de comunicação.

Isso não significa que o técnico da Seleção tenha o direito de xingar um comentarista do canal deva ser xingado. A postura de Dunga, em se negar a atender compromisso entre a TV e a presidência da CBF revela sua dignidade. Mas chamar o jornalista de “merda e bundão” índica apenas sua falta de educação.

Alex Escobar não faz parte da cúpula da TV Globo. É funcionário da emissora. Não foi ele quem negociou com Ricardo Teixeira, levando em conta a correção da informação do UOL. Culpada é a política da emissora.

O erro de Alex Escobar no episódio é atender ao celular dentro da sala de entrevistas coletivas. Por fazer isso, poderia receber um pedido “Você pode falar ao celular fora da sala, por favor.”

Por favor, muito obrigado... Esse é o vocabulário de qualquer pessoa que tenha o mínimo de boa educação. O máximo, também, que se pode dizer ao agendar uma entrevista. Triste que gente, dentro e fora da profissão, não tenha exata noção do papel do jornalista.

Fonte: Paulo Vinicius Coelho - ESPN BR

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Hospital Albert Einstein nega doação de sangue por gays.

O Hospital Israelita Albert Einstein, um dos mais conceituados da capital paulista, é taxativo quando o assunto é doação de sangue por homens homossexuais.


Em seu site na internet ( http://www.einstein.br/Hospital/banco-de-sangue/doacao-de-sangue/Paginas/quem-nao-pode-doar-sangue.aspx ), no local onde elenca quem não pode ser doador de sangue, o hospital é explicito contra a doação por gays, o texto diz “homem que mantenha ou tenha tido relação sexual com outro homem no último ano, mesmo com o uso de preservativo e mesmo que por uma única vez”.

É nítido o preconceito e a discriminação por parte do Hospital Albert Einstein com os homossexuais.

No site do Ministério da Saúde, as pessoas que não devem ser doadores de sangue são:
• Quem teve diagnostico de hepatite após os 10 anos de idade,
• Mulheres grávidas ou amamentando,
• Pessoas que estão expostas a doenças transmissíveis pelo sangue como AIDS, hepatite, sífilis e doença de chagas,
• Usuários de drogas,
• Aqueles que tiverem relacionamento sexual com parceiro desconhecido ou eventual sem o uso de preservativos.

Em nenhum momento o Ministério da Saúde, órgão responsável regulamenta a saúde no país, adverte que pessoas homossexuais não podem ser doadores.

Esta matéria foi gerada, através do constrangimento de um de nossos leitores que tentou doar sangue, mas infelizmente por puro preconceito o hospital se negou em aceitar a doação, único e exclusivamente pelo fato de ser homossexual, temos informações que o Hemocentro da Santa Casa Municipal de São Paulo, adota o mesmo procedimento, mas infelizmente não conseguimos apurar a veracidade.

Caso você sofra algum tipo de discriminação na hora de efetuar a doação de sangue, entre imediatamente em contato com a DECRADI – DELEGACIA DE CRIMES RACIAIS E DELITOS DE INTOLERÂNCIA, pelo fone (11) 3311-3556.

O DireitoHomo estará protocolizando hoje (segunda feira) uma notificação para que a empresa se manifeste publicamente nesse sentido e retire do seu site tamanho absurdo. Além do preconceito, passa à população uma informação errônea, pois uma pessoa saudável, independente de ser gay ou não está habilitada para doar sangue.

Informamos que o Portal Direito Homo, é um portal de utilidade pública, não conveniado a nenhum partido político, nem empresa privada, nós estaremos trabalhando no sentindo de solucionar este caso, se você sofreu algum tipo de discriminação ou constrangimento, denuncie pelo e-mail: denuncia@direitohomo.com.br

Fonte: Portal Direito Homo

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Obrigada, Saramago

"Se tens um coração de ferro, bom proveito.

O meu, fizeram-no de carne, e sangra todo dia."

"Dirão, em som, as coisas que, calados,no silêncio dos olhos confessamos?"

"Para temperamentos nostálgicos, em geral quebradiços, pouco flexíveis, viver sozinho é um duríssimo castigo."

"Não tenhamos pressa,
mas não percamos tempo."

"Se podes olhar, vê. Se podes ver, repara."

"Dentro de nós há uma coisa que não tem nome, essa coisa é o que somos."

"O homem deixou de respeitar a si mesmo quando perdeu o respeito por seu semelhante."


Fonte: Renata Costa - Blog Palavralida

quinta-feira, 10 de junho de 2010

A Música

A música p'ra mim tem seduções de oceano!

Quantas vezes procuro navegar,
Sobre um dorso brumoso, a vela a todo o pano,
Minha pálida estrela a demandar!

O peito saliente, os pulmões distendidos
Como o rijo velame d'um navio,
Intento desvendar os reinos escondidos
Sob o manto da noite escuro e frio;

Sinto vibrar em mim todas as comoções
D'um navio que sulca o vasto mar;
Chuvas temporais, ciclones, convulsões
Conseguem a minh'alma acalentar.
— Mas quando reina a paz, quando a bonança impera,
Que desespero horrivel me exaspera!

Charles Baudelaire, in "As Flores do Mal"
(http://www.citador.pt/)

Fonte: Célia Demézio - http://sorrisoscronicos.blogspot.com/

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Carta aberta à pré-candidata Marina Silva

Por: Allan Johan


Prezada Marina Silva, sou jornalista, dono de um site com 5 mil visitantes por dia e alinhado politicamente com a esquerda, sou filiado ao PSB, já me candidatei a vereador uma vez aqui em Curitiba e pretendia votar na senhora. Quando sua candidatura foi cogitada, fui interpelado por membros do PV sobre a minha opinião. Na ocasião, eu disse: prefiro mil vezes uma ministra do Meio Ambiente de peso do que uma presidenta mediana. Acompanhando as últimas declarações da senhora acerca do casamento gay, tive a certeza de que o meu voto continuaria indeciso, assim como a maioria dos brasileiros que esperam uma opção satisfatória para darmos a nossa confiança.

O PT e o PSDB tiveram dois mandatos para fazer algo concreto aos gays nesse país, mas continuamos sendo vítima de violência (o país registra um assassinato de homossexual com indícios de homofobia a cada dois dias), não temos NENHUMA lei federal que nos conceda direito à Igualdade. Quando falo a palavra Igualdade, não digo apenas que desejo que meu companheiro seja incluso em meu plano de saúde e tenha direitos em herança, mas desejo a Igualdade garantida pela nossa Constituição, a Igualdade de não ser discriminado pelos órgãos públicos, de poder doar sangue, sim, homossexuais não podem doar sangue no Brasil.

O casamento gay é direito dos homossexuais, pois, se buscamos a Igualdade, desejamos ter a nossa Dignidade garantida. Dignidade esta que está contemplada em nossa Constituição. Quase a totalidade dos homossexuais não deseja casar na Igreja e para isso não precisamos de leis. Temos religiões que nos aceitam e que celebrariam ou abençoariam estas uniões. Sem querer partir para a discussão religiosa nesse ponto, o casamento não é uma instituição religiosa, não é propriedade de uma religião, não queremos casar em Igrejas, na Sua Igreja, queremos o direito de sermos Iguais, embora diferentes, este é o princípio da Igualdade e da Diversidade, que tanto conclama apoiar. Queremos poder chamar a nossa união de casamento, ter os mesmos direitos, e ter uma Certidão de Casamento e não um papel que diz que temos um contrato civil, como se fôssemos sócios. Não adianta vir com o velho discurso de apoiadora da diversidade quanto quer nos induzir ao erro, a aceitarmos meia cidadania ou meio Direito.

Tanto se fala em Diversidade mas o Brasil está a quilômetros luz de ser um espaço democrático pois o povo brasileiro perdeu a sua fé na Política. Por mais que eu goste da imagem da senhora, de defensora do meio ambiente e mulher questionadora, me frustra ver que esta imagem entra em conflito com uma mulher que é limitada em razão de sua fé, ao não entender o papel de uma presidenta, de não entender o direito das mulheres ao aborto – se assim desejarem - de não entender que os homossexuais devem ter os seus direitos garantidos pelo Estado, assim como todo cidadão brasileiro. E isso reflete no seu pensamento religioso, na sua imagem de Deus e de como ele vê os homossexuais.

Vou ser breve para que entenda que os homossexuais não escolhem serem humilhados, terem seus direitos negados e sofrerem tanto ao verem a própria família virando as costas e os discriminando. Nascemos assim, alguns se aceitam depois de décadas, mas no fundo percebemos e travamos uma luta contra os preconceitos ensinados na escola e na Igreja, na TV ou por nossos pais. Não é uma doença que deve ser curada, não é uma falta de vergonha, é apenas a vontade de ser feliz depois de se aceitar, de ver que não há escolhas a serem feitas, e que os auto questionamentos podem apenas ser empurrados para o futuro. Temos o direito de pensarmos que somos parte de um plano divino, que somos criaturas de Deus. As religiões usam os homossexuais como forma de pregar que o homossexual é fruto de um lar instável, que não quer constituir uma família. Ser gay não é antinatural, não é escolha, não é condenável: é ser diferente. Temos o mesmo direito de acesso a Deus e às Leis que as outras pessoas. Muitos gays são crentes, tementes a Deus e vivem em conflito pois pessoas ditas cristãs não os aceitam, não aceitam que as uniões de pessoas do mesmo sexo sejam consideradas casamentos, que possam ser felizes e equiparados em direitos e deveres, em Dignidade. A religião não só se apropriou do termo casamento como se apropriou do próprio divino. A religião quer se apropriar do Estado e reverter os últimos 500 anos de história de separação entre a fé e a política. É pouco tempo, ainda estamos caminhando, mas o verdadeiro político deve falar a língua de todos e saber se por no lugar do outro. Creio que falta isso à senhora. Falta sensibilidade em entender esta parte da população e seus anseios, e temo que essa viseira religiosa não lhe permita entender tanto o lado do rico quanto do pobre, do nordestino do Sertão e do paulistano, do ateu e do fanático, e tantos outros grupos diversos e diferentes que temos no país. É preciso fazer o Brasil um país de todos, de fato, o que não tem sido feito senão no discurso. Precisamos que as diversas camadas se entendam e trabalhem para o crescimento do país e pelo fim da violência e da má distribuição de renda, precisamos de um país que respeite todos os seus filhos, precisamos de uma voz coletiva, forte e que promova a discussão e defenda as minorias, pois, no Brasil, ainda se entende Democracia como aquilo que a maioria decide.

Uma pena eu ter perdido a minha candidata. Eu e milhões de homossexuais do país, e seus amigos e parentes, mas ainda é tempo. Por favor, não responda mais questões sobre o casamento gay, informe-se melhor sobre o assunto para não me ofender. Você tem o direito a dar a sua opinião e deve fazer. Mas dizer que o casamento é uma instituição milenar e que deve ser entre pessoas de sexos diferentes, por favor, é o mesmo discurso do macho que diz que a mulher deve servir ao homem, pois por milênios foi assim e até pouco tempo, segundo as mesmas leis que criaram o casamento, ela não poderia se divorciar dele ou denunciar a violência doméstica. Não subestime a inteligência dos seus eleitores, eles não são do filão evangélico fanático apenas, eles são pessoas que acreditam em você de verdade, tente fazer o mesmo.

Allan Johan - Jornalista

Fonte: Revista Lado A

terça-feira, 1 de junho de 2010

A arte de Paulo Cesar. O Pinheiro.

"A vida da gente é mistério
A estrada do tempo é segredo
O sonho perdido é espelho
O alento de tudo é canção
O fio do enredo é mentira
A história do mundo é brinquedo
O verso do samba é conselho
E tudo o que eu disse é ilusão"

Via - Blog A Jurubeba Cultural
http://estenioelbainy.blogspot.com/

terça-feira, 25 de maio de 2010

Minha eterna professora!

O que me faz continuar acreditando no ser humano é saber que seres assim existem sempre fazendo a diferença no mundo.
Amo você, minha eterna professora!

"Penso - e penso sempre- na minha eterna aluna Janaína Mesquita, de olhos azuis melódicos. Que tem libaneses El-Bainy por ancestrais. E , mesmo o sobrenome luso, é MESQUITA. Ela sabe melhor que muitos, que só a ARTE SALVA. Que Allah a proteja sempre. A ela a ao seu talento. 
Salam u'Alleikun!"
 (Ana Cristina Nadruz)

http://crisnadruz.blogspot.com/

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Hoje é o Dia Internacional de Luta contra a Homofobia

Todos os anos, no dia 17 de maio, é comemorado o Dia Internacional de Luta contra a Homofobia.

Uma data importante para a conscientização da sociedade no que diz respeito às questões LGBT, ao reconhecimento da igualdade desses cidadãos, a reavaliação do preconceito e discriminação, muitas vezes, por falta de informação, e à tolerância.

Dia 17 de maio é o Dia Internacional da Luta contra a Homofobia
Já para os cidadãos LGBT, o dia 17 de maio é uma data de reflexão em que cada um deve repensar o que fazer efetivamente na luta contra a homofobia – uma tarefa diária – mas também para comemorar as conquistas, mesmo que ainda tímidas.
Ao longo dos anos e em diversos países como o Brasil, o movimento LGBT tem ganhado força não apenas com as associações e instituições que exercem um trabalho constante pelo respeito à igualdade – mas também com o indivíduo. Gays, lésbicas, bissexuais, transexuais e travestis – independente de estarem filiados a entidades – tem se manifestado, organizado protestos mas, o mais importante, lutado contra a homofobia diariamente junto à família, os amigos e o ambiente de trabalho.

No dia 17 de maio também devem ser lembradas todas as vidas perdidas pela violência, pela ignorância e pela intolerância, principalmente provinda de países que ainda criminalizam a homossexualidade.

POR QUE DIA 17 DE MAIO?

Em 17 de maio de 1990 a Organização Mundial da Saúde (OMS) retirou a homossexualidade da Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados com a Saúde (CID) e oficialmente declarada em 1992.
Com essa mudança, o termo homossexualismo deixou de ser utilizado pois o sufixo ismo se refere à doença, e o termo homossexualidade passou a ser adotado para se referir aos homossexuais.

Fonte: http://www.dolado.com.br

sexta-feira, 7 de maio de 2010

O dia de benção!

Hoje acordei preparada pra mais um dia de obra na casa de minha mama.
A comunidade em festa de Nossa Senhora de Fátima.
Eis que o inesperado ocorre.
O homem que havia começado as marretadas cai desmaiado, se contorcendo e depois vomitando.
Eu ainda tonta do horário imcompatível com minha vida corro pra dar assistência.
Não sou médica, nunca fiz curso de primeiros socorros mas lá estou de novo de frente pra uma situação de salvamento.
Situação esta recorrente em meus 36 anos de vivência no planeta.
Chamo o responsável pela obra que entra em desespero ao ver o amigo daquele jeito.
Dou ordens, mando minha avó e mãe pra longe e finalmente depois de 20 min de angústia o homem (Adolfo) volta a si.
O que ficou no final foi minha mãe e avó chateadas comigo (dei ordens em voz alta), um homem ainda se recuperando no hospital e eu...
Bem eu fico com alguns hematomas por ter segurado um homem, mas a alma feliz e grata a minha amada Nossa Senhora de Fátima por mais esta benção.
Enfim, cansada porém feliz!
Salve a nossa mãe maior!

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Salve Jorge!


Salve Jorge! 

Agradeço a benção de ter conseguido chegar a marca de 18 anos limpa. 
Só por hoje!


Foto de Fabio Moraes
(
G.R.E.S. Estácio de Sá)

quarta-feira, 21 de abril de 2010

#RioUnido

Sábado (24/04) Show no Centro do Teatro do Oprimido - CTO.
Av. Mem de Sá, 31 – Lapa. 16h

O #RioUnido apóia e divulga esse evento, organizado pelo Fórum dos Pontos de Cultura do Rio de Janeiro

http://riounido.wordpress.com/

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Projeto “Rio Unido – pelas vítimas das chuvas”.

Projeto “Rio Unido – pelas vítimas das chuvas”.

Dia 19/04, Segunda, acontece o primeiro evento do Projeto.

Vai ser no Buxixo Up, que fica na Avenida Maracanã, 760, na Tijuca.

Teremos shows de:

Márcio Bragança e Carlos André

Lia Sabugosa

Patrícia Cal

Banda Oceanic

Preço do ingresso? O que você puder levar...

Veja os itens mais necessários no momento:

Colchonetes

Alimentos não Perecíveis
• Açúcar
• Água potável
• Arroz
• Enlatados
• Feijão
• Fubá
• Leite em pó
• Macarrão
• Pó de café

Material de higiene e limpeza
• Cloro
• Detergente
• Pano de chão
• Rodo
• Sabão em barra
• Sabão em pó
• Vassoura

Material de higiene pessoal
• Absorvente
• Condicionador
• Escova de cabelo
• Escova de dentes
• Fralda
• Pasta de dentes
• Sabonete
• Shampoo


Saiba TUDO sobre o Projeto em: www.meadiciona.com/riounido


quinta-feira, 15 de abril de 2010

S.O.S RIO

Música - Therciano Albuquerque Trio

Terça - feira, dia 20 de abril às 21h (véspera de feriado)

THERCIANO ALBUQUERQUE TRIO

http://www.myspace.com/thercianoalbuquerque

Ney Conceição (contrabaixo)

Wilson Meireles (bateria)

Com uma abordagem jazzística e de forte influencia da música brasileira, o trio formado por Therciano Albuquerque no piano, Ney Conceição no contrabaixo e Wilson Meireles na bateria, apresenta composições e releituras que transitam entre o jazz, bossa nova, MPB e fusion. No repertório,um instrumental cheio de swing e improvisação, com muito samba, jazz e fusion, em releituras que vão de Cartola a Jaco Pastorius, passando por Djavan, Chick Corea, Hermeto Pascoal, Ed Motta entre outros.

Therciano Albuquerque, uma das revelações da cena carioca, pianista, compositor, produtor musical da cantora Bianca Rocha, já tocou com Billy Blanco, Miúcha, Mauro Senise, Toninho Ferragutti e Carlos Malta.

Completando o Trio, dois consagrados instrumentistas, Wilson Meireles (Gilberto Gil, Alceu Valença, Hermeto Pascoal, Zizi Possi, Banda Black Rio e Tim Maia.) e Ney Conceição (João Bosco, Sebastião Tapajós, Nelson Faria, Naná Vasconcelos, Gonzalo Rubalcaba).

Couvert artístico: R$ 10
Santo Scenarium, Rua do Lavradio, 36, Centro, Rio de Janeiro

terça-feira, 13 de abril de 2010

Conversando sobre Arte

O módulo "Conversando sobre Arte" pode ser acompanhado em 3 novos horários, nestes 3 bairros charmosos em volta da Lagoa Rodrigo de Freitas.

Os locais, também charmosíssimos , estão super equipados com Data Show, telão e caixas de som, para que possamos apreciar ainda mais os vídeos e imagens que ilustram nossas aulas. Café fresquinho, água gelada e biscoitinhos para acompanhar!

De Abril a Junho, teremos a oportunidade de conhecer exposições que estejam acontecendo no Brasil e no Exterior, discutir as publicações sobre arte na mídia, e, eventualmente, fazer uma visita guiada a um museu ou galeria.

OS LOCAIS E HORÁRIOS:
·  às TERÇAS, o encontro é no Leblon:
          uma turma das 15:00 às 17:00
          outra das 19:30 às 21:30 (nova!)
          
         LOCAL
: Instituto Cultural PLAJAP 
                     Ataulfo de Paiva 482#3o.and.
                           (estacionamento no local) 
                           http://www.plajap.com.br
                          Inscrições: 9985-0656 2249-0650 
                                                 lucia@plajap.com.br
       

                      
·  às QUARTAS, o encontro é em Ipanema:
           turma das 15:00 às 17:00
           LOCAL: Na Central de Eventos do Colégio Notre Dame
                        Rua Barão da Torre 308 Ipanema
                        http://www.ipanema.notredame.org.br
                              Inscrições : 2294-4648 (Ana Cristina)
                                         91037408  (Ana Medrado)

                        
·  às QUINTAS, o encontro é no Humaitá:
        turma das 18:00às 20:00
        LOCAL : Espaço TELEZOOM
                      Rua General Dionísio 11
                            http://www.telezoom.com.br/espaco/index.php
                      Inscrições: 3435-1617

São duas horas de cultura, conhecimento, prazer, pensamento, tudo sob a ótica da Arte.

Mensalidade: R$ 200,00
                   R$ 180,00 para alunos e ex alunos da professora.

ANA CRISTINA NADRUZ

FORMAÇÃO:
Pós graduação em História da Arte e Arquitetura no Brasil, na PUC , Rio de Janeiro 1999.
Licenciatura Plena em Artes Plásticas , na Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP), São Paulo 1981.
Cursos livres de extensão com Donato Chiarella – Aquarela - (SP), Regina Silveira – Litografia - (SP), Fayga Ostrower – História da Arte - (RJ) e Nelson Leirner – Arte Contemporânea - (RJ).
ATUAÇÃO PROFISSIONAL:
Professora de Artes Plásticas, História da Arte e Design, em instituições particulares de ensino, em Casas de Cultura e Centros Culturais do Rio de Janeiro e de São Paulo, e em seu ateliê, desde 1983.


Ana Cristina Nadruz  
    55 (21) 2294-4648