sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Carnaval 2012

Portela (na alma) e Estácio de Sá ( meu lugar) que façam lindo na passarela do samba. Axé!



segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Amém, Sylvia Araujo.

"Quando você tem um problema dos grandes, as pessoas esperam te encontrar com a pele sem viço, com olheiras enormes, com dez quilos a menos e um monte de tristeza gotejando pelo canto dos olhos. Sorrir vira pecado. Cantar, então, se torna quase uma heresia. Parece que esperam que você cultive a dor e faça dela o seu jardim incolor, até que tudo se resolva - até que o problema não exista mais. Acontece que eu não vou fazer dos lamentos a minha música. Não vou deixar de gargalhar, de amar, de dançar, de aproveitar os mínimos momentos e ser feliz apesar de, ainda que. O meu problema não vai se tornar fracasso, porque eu não fui capaz de recomeçar, porque eu não fui capaz de zombar da cara dele e seguir. O meu mundo não vai amanhecer cinza todos os dias e eu não vou me tornar um poço de rabugice e agressividade - não esperem por isso. Todos os dias eu dou bom dia ao dia e vou, pra que, quando tudo melhore, eu seja capaz de agradecer a mim mesma por ter conseguido mais uma vez e tenha alegrias estocadas pra superar os muitos mais que infinitamente virão - até que a morte nos separe, amém."

Sylvia Araujo - Poeta e parceira musical.

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Nossa Senhora Desatadora de Nós

Nossa Senhora Desatadora de Nós (Janaína Mesquita / Roberta Nistra) 18/12/11

Desata o meu nó
Me aponta o caminho mais certeiro
Que eu conheça sem a dor do derradeiro
Um abraço para me cobrir de mim

Bemol o meu dó
Lá do peito que ele venha forte e cheio
Transformando em si o tom que foi primeiro
Sustenido na alvorada de clarim

Desata o meu nó
Clareia meu dó
Devolve meus passos, meu caminho
Para eu ver novamente
Meu sol resplandecer

Violeiro (Música de 1996)

Água no feijão

Ok, faz é tempo que não dou as caras por aqui. Estava sem tesão mesmo.
Tenho me empenhado tanto em minha vida profissional que acabei esquecendo que existe vida lá fora.
A música se tornou uma visita estranha, ago que começou a incomodar como ferida no calcanhar.
Resolvi fazer algo.
Fui a minha Mãe de Santo, curti a minha casa, voltei a ler e tirei o violão da capa.
Nesse movimento de encontro a mim volto também ao "Meu Tambor".
No próximo post uma velha música amiga e no seguinte a letra de minha mais nova música amiga.
Que Deus me ajude.
Coloquem água no feijão que estou voltando...
Axé